Os primeiros raios tímidos de sol surgia no horizonte quando avistaram uma vila, Amora consultou o mapa e constatou que estava bem próximo de Amboise. Olhou para os companheiros de viajem e estes seguiam olhando para estrada quando um deles exclamou: “- Olhem! Uma vila!”. Sem dar muita atenção ela virou-se para seu “irmão” e enfim perguntou sobre o que havia acontecido.
- Ela suicidou após o nascimento do bebê...
- E a criança?
- Nasceu morto.
Sentiu um nó na garganta ao ouvir aquilo, sinceramente não podia imaginar tal tragédia. Respirou fundo e comentou.
- Então a profecia se cumpriu...
- Isso foi uma fatalidade e não profecia, isso é mito, lenda, qualquer coisa inventada por aquela cambada.
- Mas tem que concordar que no mínimo é coincidência.
- Isso é ridículo, Amora. Eu ser a reencarnação de um cruzado só porque tenho o mesmo nome.
- E agora a mesma história de vida. – ele nada falou. – Sabe isso... é... nem sei o que dizer.
- Então não diga. – finalizou Balian irritado.
Como foi sugerido, calou-se e seguiu os poucos metros que faltavam até a vila. Lá despediu-se do velho amigo com um abraço e desejou-lhe sorte em sua jornada. Quanto aos condenados, digamos que nas circunstâncias em que estavam acharam mais conveniente jurar lealdade a sua libertadora que ficar “ao Deus dará”. Eles realmente acabaram criando admiração por ela, por sua coragem e determinação, e mais ainda por que com ela estariam livres e protegidos.
- Ela suicidou após o nascimento do bebê...
- E a criança?
- Nasceu morto.
Sentiu um nó na garganta ao ouvir aquilo, sinceramente não podia imaginar tal tragédia. Respirou fundo e comentou.
- Então a profecia se cumpriu...
- Isso foi uma fatalidade e não profecia, isso é mito, lenda, qualquer coisa inventada por aquela cambada.
- Mas tem que concordar que no mínimo é coincidência.
- Isso é ridículo, Amora. Eu ser a reencarnação de um cruzado só porque tenho o mesmo nome.
- E agora a mesma história de vida. – ele nada falou. – Sabe isso... é... nem sei o que dizer.
- Então não diga. – finalizou Balian irritado.
Como foi sugerido, calou-se e seguiu os poucos metros que faltavam até a vila. Lá despediu-se do velho amigo com um abraço e desejou-lhe sorte em sua jornada. Quanto aos condenados, digamos que nas circunstâncias em que estavam acharam mais conveniente jurar lealdade a sua libertadora que ficar “ao Deus dará”. Eles realmente acabaram criando admiração por ela, por sua coragem e determinação, e mais ainda por que com ela estariam livres e protegidos.